América do SulViagens

É BOM SABER….

DOCUMENTAÇÃO

Pra entrar pedem somente o RG ou o passaporte. Às vezes pedem o hotel que você irá ficar, por isso tenha a reserva impressa em mãos. De mais não há grande dificuldade para entrar na Argentina.
Tire uma cópia do seu passaporte autenticada e ande com ele na doleira, sempre presa ao seu corpo debaixo da roupa. É prudente deixar os documentos originais no cofre do hotel.

É bom saber que na Argentina é 220 V. O padrão das tomadas é do tipo “I”, mas também ainda são usadas as de tipo redondo (européias). Muitas tomadas vêm com os dois tipos. Caso precise levar algum aparelho na mala (notebook, barbeador, secador de cabelo, etc.), observe atentamente os desenhos abaixo para saber se você precisa (ou não) levar (ou comprar) um adaptador:

Clima

Buenos Aires tem as quatro estações bem definidas. Os meses de verão são bastante quentes e úmidos, sendo que a temperatura varia entre 22° e 33°, com (raros) picos perto dos 40°, e são comuns as chuvas de verão no fim da tarde. Já no inverno faz frio e venta muito – a média de temperatura varia entre 3° e 14°, podendo até chegar a alguns graus abaixo de zero. Raramente neva;

A CHEGADA – E COMO CONSEGUIR PESOS

Buenos Aires tem dois aeroportos:  Ezeiza E Aeroparque.

O Ezeiza  (EZE),é o maior, a 50 minutos de táxi do centro.

Aeroparque (AEP), o aeroporto central, a 10 minutinhos de táxi do centro.

Vantagem do Aeroparque: proximidade. Desvantagem: free shop pequeno.

Vantagem de Ezeiza: free shop grande. Desvantagem: a distância

Uma dica importante, que vale para ambos aeroportos: logo na saída do desembarque, a primeira imagem que você terá da capital portenha será um mar de taxistas oferecendo corridas. Não aceite, em hipótese alguma: além de cobrarem mais caro, esses taxistas não têm cadastro, o que pode ser perigoso, especialmente para os brasileiros, muito visados pelo alto poder de compra.

Após ler muitos relatos no site www.viajenaviagem.com.br, peguei muitas indicações e fiz meus contatos com o Alejandro Canheu (aleecareca@gmail.com), Cel: + 54 9 11 6727-6510), um argentino nota dez! Pessoa super confiável, gente finíssima. Recomendadíssimo, pois o serviço é de primeira.

No mesmo dia, nos encontrou no hotel, com os pesos solicitados. Compramos um city tour e o ingresso para o show de tango.

De quebra, ele nos deu muitas explicações e uma aula para evitar notas falsas, que, infelizmente são comuns e já são parte do comércio local.

Taxistas e restaurantes podem repassar notas falsas, seja sem saber ou até para aplicar golpe nos turistas: você dá uma nota de 50 ou 100, eles dizem que são falsas e não aceitam, te entregam de volta e pedem outra. Mas você não viu que sua nota foi trocada por outra, falsa.

A boa e velha caneta que identifica notas falsas pode ser uma alternativa (vendida em qualquer papelaria), comprei a minha por R$ 10,00 numa loja de 1,99.

Mas a melhor forma de evitar malandros é bem simples: só ande com notas “baixas”, de AR$ 10 e AR$ 20.

Não esqueça de habilitar seu cartão de débito para realizar saques em moeda local nos caixas eletrônicos. Vale lembrar que os saques são tarifados (no pior caso: tarifa de saque do seu banco + tarifa de uso da rede + tarifa de uso do caixa). Normalmente as tarifas são fixas, independente do valor do saque, com exceção do 0,38% de IOF, cobrado a cada saque. Por isso, somente em caso de emergência.

E também ligue para sua operadora de celular no Brasil para desbloquear LIGAÇÕES INTERNACIONAIS.

Na cidade existem tb inúmeros Locutórios. espécies de cyber-cafés onde vc entra numa cabine paga um valor muito baixo de peso por minuto (ligação para o Brasil) muito barato!!

Os transportes

O Metrô – conhecido como Subte, de “subterráneo” – é bem eficiente e cobre boa parte da cidade. Uma pechincha (só para exemplificar, a tarifa é quase 1/3 da paga em São Paulo) e também tem o seu “bilhete único”.

Taxi é uma ótima opção para circular pela capital, que é abundante baratíssimo. Uma pechincha por sinal!

Só usamos o RÁDIO TÁXI. São mais seguros e não tivemos problemas nenhum.

Aliás, todos muito simpáticos e animados.

Vale lembrar: tenha sempre dinheiro miúdo e procure dar os endereços com as transversais (ex.: ”Avenida de Mayo entre Esmeralda e Suipacha”), que é como os argentinos fazem; as ruas são longas e ninguém sabe o trecho pelo número do prédio.

Cuidado para não cair no golpe das notas falsas devolvidas como troco.

Ao sair para jantar num restaurante legal, ao sair, peça ao gerente que chame um radio-taxi. Custa a mesma coisa que os taxis de rua, e você não correrá riscos desnecessários.

Para quem gosta de caminhar, Buenos Aires oferece ruas largas, planas e bem sinalizadas. Importante dizer que cada quadra contempla 100 números de casas – por exemplo, se você estiver no 4200 e precisar ir até o 4900, tenha em mente que terá que percorrer 7 quadras.

O HOTEL

Escolhi o Hotel Aspen Square, em Palermo.

Como sempre, o trip advisor não me decepcionou.

O Hotel é maravilhoso!

http://www.aspensquare.com.ar/

O quarto bem espaçoso, com uma saleta bem equipada, quarto e varandinha bem charmosa.

Um solarium que fiquei encantada…

Piscina limpa e super aconchegante.

Realmente um hotel boutique.

Esta é a área do café da manhã.

A maioria das mesas é no sistema de “compartilhar”. Achei as baixas desconfortáveis e as altas, altas demaissss.

A GASTRONOMIA

Todos as reservas de restaurantes fiz no Brasil, 3 dias, pelo aplicativo Restorando.

Funcionou muitíssimo bem. Tudo certinho, confirmado e sempre as melhores mesas! Aprovadíssimo.

Falando em restaurantes, para quem não sabe, a Argentina é o principal produtor de carne premium do planeta e um dos três maiores consumidores per capita mundial: são quase 65 kg por ano, bem acima dos brasileiros (36 kg/ano).

Existem restaurantes muito bons em Buenos Aires, reconhecidos dentro e fora do país pela ótima gastronomiaAntes de entrar num restaurante, SEMPRE busque ótimas (e várias) recomendações, de fontes e pessoas diferentes. (foi o que EUZINHA, Ana Karina, fiz para elaborar o nosso roteiro a BA). Sem falar que, sem boas referências, é fácil entrar num restaurante “pega-turista”, comer uma carne dura e cheia de gordura, acompanhada por vinho ruim e ainda pagar caro.

Ao ler o menu dos restaurantes argentinos, esperava que meu portunhol desse conta para entender tudo. Mas não deu.

Papas, bife de chorizo, ensaladas… E a coisa aperta quando tentamos imaginar que tipo de corte é o “asado” ou o “colita de cuadril”.

Na maioria das vezes, muitos turistas, principalmente os brasileiros chegam lá esperando uma coisa que não existe, aquelas churrascarias e chegando aqui a coisa é, simplesmente, diferente. Em BA não se trabalha com o conceito rodízio, espeto corrido e muito menos aqueles buffets variados, que você come sem medo de encontrar seu nutricionista na mesa ao lado.

A carne é protagonista e não deve jamais ficar em segundo plano.

Eu particularmente, não gostei do churrasco argentino.

Carnes sem tempero, ensossas… MIL VEZES nosso churrasquinho brasileiro.

Mas eu diria que é mais uma questão de costumes.

Os argentinos acham a comida brasileira, em geral, salgadíssima.

Aqui, acredita-se que quanto menos se interfere no sabor da carne, melhor.

Mas sinta-se livre para colocar mais sal na sua carne, quando a mesma lhe for servida.

Os argentinos acham estranho alguém querer misturar a carne com coisas demais. A nossa ‘idolatrada’ Picanha  não existe por lá.  Se corta o boi de outra maneira.

Lá, os cortes mais nobres seriam o Bife de Lomo (Filé Mignon), o Bife de Chorizo e o Ojo de Bife. Também é um sucesso a Colita de Cuadril.

Nada de espeto, a carne se assa inteira, na grelha da churrasqueira, tipo steak mesmo. A churrasqueira em si, aqui é chamada de parrilla.

O mesmo nome também se usa para os restaurantes que se especializam em carnes assadas.

A palavra churrasco aqui, serve para designar o nosso conhecido bife, aquele corte fininho que faz parte do prato tradicional do brasileiro.

Se você vai à casa de um argentino comer carnes assadas na parrilla (churrasqueira), você está indo a um Asado (assim com um s só).

Segue os principais cortes da carne argentina e seu correspondente brasileiro.

Como existem partes do boi que se comem na Argentina e não aqui, algumas não têm correspondentes.

Deixei no meu celular esse quadrinho:

·         Bife de chorizo = contrafilé

·         Tapa de cuadril = picanha

·         Cuadril – Alcatra

·         Bife de tira – Corte da picanha

·         Bife Angosto – Contra-filé

·         Nalga de Adentro – Coxão mole

·         Colita de cuadril – Maminha

·         Bola de Lomo – Patinho

·         Tapa de Cuadril – Picanha

·         Bife Ancho – Ponta de Contra-filé

·         Solomillo/ Lomo – Filé-mignon

·         Vacio – Fraldinha

Guarde essas palavras:

Se quiser ao ponto, peça al punto.

Mal passado? Jugoso (diga: rugôço).

Mas se o seu ponto for bem passado, peça mariposa (maripôça) ou cocida, que o seu bife vai ser aberto para atingir este ponto de cocção eles costumam assar bastante e fica quase seca.

Vuelta y vuelta – Praticamente crua por dentro e douradinha por fora.

Acompanhamentos básicos:

Papas fritas e ensalada mixta.

Papa é a palavra para batata. Já batata, em espanhol, significa a nossa batata-doce, que você também pode encontrar nos cardápios de parrillas mais moderninhas e que acompanha muito bem carne de porco, por exemplo.

papa frita pode vir nas variações

rejilla (que é aquela em rodelas fininhas e com textura de “rede”)

españolas (tipo soufflé)

a la provenzal (que é com alho e salsinha por cima)

papa rústica, que é assada com casca e geralmente vem com tomilho ou alecrim temperando.

ensalada mixta é alface, cebola e tomate.

As pessoas costumam usar azeite de oliva ou de maíz (milho).

Molhos para a carne de salsa criolla (vinagrete, ou molho à campana, para os cariocas)  e chimichuri.

Provoleta, que é o queijo provolone assado, com orégano e quem sabe, até umas empanadas de carne.

Parrillera (linguiça mais fina e apimentada)

Na maioria dos lugares, a carne vem sozinha e você pede o acompanhamento separado.

A hora do almoço é sempre tranquila. Raramente um restaurante estará tão cheio no almoço que não terá um lugar para você sentar. Já na janta… Os restaurantes lotam nos jantares e é bom você ter uma reserva. Se não fizer reserva, pelo menos chegue cedo.

E não espere que as pessoas comam, levantem-se e vão embora. Mesmo que tenha fila de espera na porta ninguém se apressa. É costume por lá as pessoas aproveitarem o lugar, o ambiente, a comida, o vinho, o café, a companhia, a conversa… Elas chegam a passar horas sentadas apenas tomando um café. Portanto, fica a dica, se as mesas estiverem ocupadas mesmo que ninguém esteja consumindo nada, saiba que elas podem ficar ocupadas por bastante tempo. Ao invés de esperar um lugar desocupar, é melhor escolher outro restaurante ou voltar depois. E quando você estiver ocupando uma mesa, faça o mesmo, não se apresse.

O cubierto é uma taxa cobrada na maioria dos restaurantes. Essa taxa custa entre 5 e 30 pesos por pessoa! E você tem que pagá-la!

Cubierto, em português, quer dizer talher.

Mas na Argentina,  cubierto é a cobrança do serviço de mesa. Ou seja, você paga para usar os talheres, pratos e guardanapos.

Não, o cubierto não vai para o garçom. Ele é usado para repor itens que quebram no restaurante. E é você que paga! É mole?

Você pode até recusar os pães ou não comer nada na entradinha, mas será cobrado o tal cubierto do mesmo jeito.

Tentar discutir para que você não pague não vai adiantar em nada e só lhe trará dor de cabeça. E apesar de não ser o ideal, muitos acabam não pagando a taxa do garçom (mesmo quando este merece) como forma de descontar esta taxa do cubierto.

Ou seja, o cubierto não é o equivalente a gorjeta pelo serviço do garçom, ele é uma taxa injusta mas que tem de ser paga.

Muitos argentinos são contra está cobrança, mas como os restaurantes lucram muito com ela, poucos estão dispostos a retirá-la.

A gorjeta não vem inclusa na conta, mas não se engane, ela será cobrada.

Alguns garçons farão isso sutilmente e outros praticamente serão ríspidos e lhe obrigarão a pagá-la. Alguns quase que tentarão pegar no seu pescoço, rsrsrsrs.

Você deve pagar a gorjeta diretamente ao garçom ou deixá-la sobre a mesa em dinheiro. Pode até entregar junto com a conta, se está também for paga em dinheiro. Já quanto ao valor, seja justo.

Pague a nossa base de 10% sobre o valor da conta para os serviços bem prestados pelo profissional. E não hesite e não se intimide em não pagar nada, pagar 5% ou apenas 10 pesos se o atendimento do garçom não foi satisfatório.

Gorjetas não são obrigatórias, são um bônus por serviços bem prestados.

La Cabrera Sur

Saboreamos uma parrila argentina muito boa nesse restaurante.
Farto. Sabor agradável
O que mais gostei foi do atendimento. Muito bom

Os garçons são muito simpáticos!

“parrillada” é um prato.

É a chapa quente, com vários cortes de carne, para 2 ou mais pessoas.

Costuma vir chorizo (linguiça), morcilla (que é uma linguiça de sangue, muito gostosa, apesar da aparência), algo de frango, vacío ou tira de asado (costela) e várias achuras, que são verdadeiros manjares para os apreciadores da parrilla autêntica: riñones (rins), chinchulines (intestino) e coisas similares.

Chila

Esse sem dúvida alguma foi o MELHOR restaurante que comemos em Buenos Aires.E o melhor restaurante que já comi na minha vida até agora.

Fica em Porto Madeiro, com uma maravilhosa vista para o porto.

Em 2013, o Chila entrou na lista os 50 melhores restaurantes do mundo. E

Também foi classificado como o 28 da America Latina. A chef é Soledad Nardelli, O atendimento é maravilhoso. De primeiríssima.
Serviço espetacular.

Fizemos o Menu degustação de 3 passos e estava tudo perfeito.

Jamais vou me esquecer da sobremesa de sorvete com tapioca com erva doce.
Uma explosão de sabores na boca.
Vale cada centavo.

Imperdível ao visitar a capital portenha!

Sucre

Muito bem conceituado no Tripadvisor, uma carta de vinhos invejável…

Ambiente super descolado, moderno. Um charme.

As pessoas que frequentam nao sao turistas.
Os atendentes sao cordiais, mas te atendem com muita pressa e impessoalidade, mesmo sem a casa estar cheia.
Falta mão de obra especializada.
A comida é boa. Não maravilhosa.
A sobremesa, o vulcano de dulce de leche, nada mais é que um petit gateau. Muito enjoativo…
Mas o ponto crucial que me faria nao voltar mais foi a demora no serviço.
Tudo que se pede é uma vida…. Serviço extremamente demorado.

Choripan

É quase a nossa versão para o cachorro quente. E é simplesmente uma linguiça temperada no meio do pão. E não poderia ser melhor. Ás vezes servidos com algum molhinho, são deliciosos e não custam caro. O choripan é comida de rua, de restaurante simples ou de barraquinha na esquina. Não é minha praia…

El Sanjuanino

As empanadas são o nosso pastel, só que vão muito além dele. Uma massa sequinha, assada e bem recheada, elas são servidas como aperitivo, entrada e até prato principal. Igual ao nosso pastel, tem os mais diversos recheios: frango, queijo, pizza, carne, escarola… São baratas e saborosas.

Esse local é um ícone em Buenos Aires.
A comida é saborosíssima.
As empadas são tudo de bom
O atendimento é bárbaro
E o preço é a melhor parte

Experimentei várias. São estupendas!

Café Tortoni

Fui mais pela fama…
MAs me decepcionei.
O garçom demorou horrores para nos atender.
E um atendimento bem impessoal.
O lugar é bacaninha.
Mas a nossa Colombo, no RJ dá um banhoooo!
A comida nem é grandes coisas.
Não voltaria de jeito nenhum
Com certeza tem melhores opçoes

Restaurante do Museu Bicentenário

Dentro  do museu funciona um restaurante maravilhoso!

E a entradinha? Hummm deliciosa!

Comida perfeita e atendimento melhor que muitos restaurantes renomados.

Comida excelente. Duas pessoas pagando 50 reais!!!!!!

Aprovado. Nota mil !

Os sorvetes…

Reconhecida como um dos países que elaboram os melhores “helados” do mundo, existem mais de 100 sorveterias na Argentina, que totalizam mais de 1000 lojas, mais da metade em Buenos Aires. E felizmente para todos, concorrência significa alta qualidade. Uma curiosidade é o sistema de “delivery”: em frente as “heladerias” sempre há dezenas de motos para fazer entrega. Em Buenos Aires, acredite, entrega-se mais sorvete do que pizza. Entre as marcas mais famosas: Freddo, Persicco, Chungo, e Arkakaó.

Freddo

Coladinho no hotel, havia uma sorveteria chamada Veikko.

Um sorvete deslumbrante. Considero o melhor sorvete que tomei em Buenos Aires.

Muito melhor que a concorrente Freddo.

Veikko

Não a classificaria como excelente. Pedi o famoso sorvete de DULCE DE LeCHe e simplesmente Gostei. Já provei melhores

O TANGO

Os espetáculos de tango são a atração turística número 1 de Buenos Aires. Quase todos funcionam no esquema “cena-show” (jantar + show), e oferecem traslado de ida e volta desde os hotéis mais centrais. São shows superproduzidos, e por isso não custam barato: espere pagar pelo menos 100 dólares com jantar.

É possível comprar só o show, sem o jantar. Você consegue uma economia aí de uns 30 ou 40 dólares e escapa de um jantar fraquinho. Mas em compensação arranja um problema, já que para chegar jantado às 22h na casa de tango, você tem que jantar às 20h, quando os restaurantes estão às moscas. A outra opção é jantar depois da meia-noite, o que restringe a disponibilidade

Os showzões de tango mais famosos são:

Rojo Tango, no hotel Faena,

O espetáculo do El Querandí.

A suntuosa esquina Carlos Gardel

O hollywoodiano Senor Tango

O simples Tango do café Tortoni

Escolhemos a Esquina Carlos Gardel.

Na mesa que sentamos durante o show, fizemos amizade com alguns casais que disseram que o Carlos Gardel era mais Tango de raiz, um pouco mais parado, mais requintado. Mas que o Senor Tango era disparadamente  melhor, porque era mais animado e te prendia a atenção o tempo todo, um estilo Broadway. Bem, eu só posso avaliar depois de ver.

Para a esquina Carlos Gardel eu dou nota 8,5. A técnica dos artistas muito precisa, e o figurino belíssimo.

Gostei da comida também.

Entrada + Prato principal + Sobremesa.

Dizem que um jeito divertido de passar uma noite à argentina é experimentar uma milonga — como são chamados os salões de baile de tango, mais ou menos o equivalente portenho das nossas gafieiras. As milongas esquentam um pouco mais cedo: perto da meia-noite a pista já estará cheia. Uma das milongas mais freqüentadas pelos mais jovens é a La Viruta, que acontece às sextas em Palermo Soho (Armenia 1366, entre Niceto Vega e Cabrera). No sábado, confira a Milongade las Morochas no El BesoComo o tempo foi curto, não fomos em nenhuma.

O ATENEO

Se voce é apaixonado por livros, meu amigo, este é o local! Se você não é, vai querer ir para tirar fotos lindas!

Uma beleza inigualável

Um verdadeiro paraíso cultural

Estava na época da Violetta. kkkk

Museu do Bicentenário

Foi inaugurado em 24 de maio de 2011 pela Presidente Cristina Fernández de Kirchner , um marco dos festejos do Bicentenário (1810-2010).

Parada obrigatória.

Lugar lindíssimo e de estimável valor histórico.

Quadro de Peron e Evita.

E o vestido que ela usou em seu casamento.

http://www.museobicentenario.gob.ar/

Avenida de Mayo

A Avenida de Mayo é a Champs-Elysées de Buenos Aires: vai do Congresso à Casa Rosada, passando pelo Obelisco.

PLAZA DE MAYO

Um importante ponto turístico da cidade. Com uma história riquíssima.

Todos os domingos, a Plaza de Mayo é palco da manifestação “Mães da Praça de Maio”, formada por um grupo de mães, avós e parentes na luta pela memória de filhos e netos desaparecidos durante a ditadura militar argentina.

OBELISCO

Monumento a Flor

CAMINITO

Não adianta: o cartão-postal de Buenos Aires para o turista brasileiro ainda é o Caminito, em La Boca. De táxi, fica a pouco mais de 15 minutos do Centro, ou 20 minutos da Recoleta.

Como diz o Ricardo Freire: “O bacana de visitar o Caminito é que você nunca mais vai precisar ir ao Caminito. Aêêêêê! Eu adoro falar mal do Caminito, acho uma ruela sem-graça, que funciona como capa de revista de turismo mas ao vivo é bem meia-boca (ops). E para não dizer que você rodou tanto só para ver um quarteirão de casebres de zinco não-habitados, você pode turbinar o passeio com a visita da Fundación Proa, uma bela galeria sempre com exposições bacanas (fecha segunda-feira)”.

No local há muito artesanato local. MAs como não curto artesanato local, só visitei pra dizer que nunca fui.

Estádio Boca Juniors – La Bombonera

O mitológico estádio La Bombonera. Há visitas guiadas incluindo o estádio. Abre das 11h às 18h (mas nos dias de jogos no estádio o horário é encurtado).

É vendida uma imagem e quando vc vê…. Não é nada daquilo.
O estádio é muito pequeno e não tão bem cuidado.

Museu do Boca Juniors (oficialmente: Museo de la Pasión Boquense)

Pra quem é fã de futebol, é bem interativo e interessante.

Eu gostei.

Mas fiz uma visita bem rápida porque não tenho paciência com museus.

Na saída tem uma loja com todos os produtos do clube.

Calle Florida

O calçadão do centro, é um dos pólos de compras da cidade. Estilo 25 de março de Sampa.

É preciso garimpar lojas de qualidade. A superfarmácia Farmacity, a loja de departamentos Falabella, e a Zara.

Nada me encheu os olhos.

Uma rua pega-turista. Tanta gente te abordando que te irrita.

Teatro Colón

Depois de ficar fechado por alguns anos em reforma  o Teatro Colón voltou à ativa.

Há visitas guiadas todos os dias, inclusive feriados, das 9h às 17h. Os grupos saem a cada 15 minutos (há saídas em portugues).

Fizemos a visita guiada com o Inácio. Um guia nota dez. Que conta a história e curiosiedades e curiosidades do museu de forma brilhante. E Mesmo falando em espanhol entendemos tudinho-tudinho.

Pra mim, sem dúvida alguma, este foi o ponto turístico que mais apreciei na cidade.

Casa Rosada

 Sede do poder Argentino, tem passeio guiado gratuito todos os sábados, domingos e feriados, das 10:00h às 18:00h. dura em torno de uma hora… vale a pena!!

San Telmo

Neste bairro, acontece aos domingos na Plaza Dorrego , A Feira de San Telmo, uma feira de antiguidades. Neste dia a calle Defensa, que leva à praça, fica interditada para veículos.

A feira não vale só pelos artigos expostos nas banquinhas, não; há vários artistas performáticos que se vestem de maneira engraçada e posam para fotos.

Comprei bastante camisetas, pois não curto artesanato local.

Querendo escapar da muvuca domingueira de San Telmo, pegue um táxi para o Puerto Madero; não dá muito mais do que cinco minutinhos.

PUERTO MADERO

Um cartão postal de BA é o Puerto Madero.

Um projeto urbanístico de quase 4 quilômetros. Lindo demais.

 Passear pelo seu calçadão à beira do canal é um programa gostosíssimo ao entardecer.

Nas duas extremidades estão o terminal de barcos Buquebus (bem em frente à avenida Córdoba) e o Cassino Flutuante(já pertinho de La Boca). O trecho mais atraente vai da altura da calle Tucumán até a avenida Belgrano: por ali está a maioria dos restaurantes, e também a bonita Puente de la Mujer.

Aproveite para visitar o Museu-Barco Fragata Presidente Sarmiento – um barco de 1898 aberto diariamente das 10h às 19h.

À noite, o Puerto Madero funciona como o pólo de restaurantes mais próximo de quem está hospedado no Centro.

Palermo Soho

É a Ipanema de Buenos Aires. rsrsrsr

Por aqui estão as butiques mais bacaninhas da cidade.

As lojas mais transadas estão nas ruas Honduras, El Salvador e Gorriti e suas transversais, que merecem ser percorridas entre Malabia e Uriarte.

O que não falta no bairro são restaurantes e cafés.

Parque Del Rosedal

É também conhecido como o Jardim das Rosas.

O paisagista francês, Carlos Thays quem o projetou em 1914.

É um parque maravilhoso, cheio de caminhos floridos, com inúmeras rosas, e onde é possível sentir o perfume das flores em vários pontos do parque. Na primavera florescem mais de 12.000 rosas. Há rosas de várias cores e tipos.

Foi o parque mais bonitos de todos que visitamos. Achei um deslumbre.

Bosques de Palermo

Recoleta

É o bairro mais chique e o metro quadrado mais caro da capital.

Galerías Pacífico

Na esquina com a avenida Córdoba, vale mais pela arquitetura do que pelos preços. A praça de alimentação é supimpa.

Shoppings

O mais elegante é o que está na Recoleta: o Patio Bullrich, porém o mais caro!

Eu particularmente, acho que numa viagem turística os shoppings devem ser evitados, pois é tudo a mesma coisa. Uma produção em série. Mas, como meu esposo gosta muito, eu vou para fazer companhia.

Prefiro conhecer o comercio local e as lojas regionais.

O que tem a fama de melhores preços na zona urbana é o Shopping Abasto

O maior da turma é o Alto Palermo .

Dica: o trio Abasto-Paseo Alcorta-Alto Palermo oferece traslado gratuito desde hotéis do centro e entre os shoppings; do seu hotel,

Cenas que são a cara De BA

Ar livre

Dog walker

Hotel Faena

Floricultura

Avenida Nove de Julio

Bem… O que achei de Buenos Aires?

Eu entrei para o time. Comprei até uma camisa da seleção Argentina e faço questão de desfilar e usá-la sempre.

Nós temos muito que aprender ainda.

Amo meu país, mas confesso que quando visito outro, volto bastante desanimada.

Depressão- pós-viagem.

BA é muitoooo chique

Os argentinos sao simpaticos demais. Povo muito culto e educado!
E eles gostam de brasileiros!!
Nos trataram muito bem.
Em nenhum momento me deparei com a rivalidade argentina.

Pelo Contrário, eles admiram nosso futebol, são super amáveis quando a gente diz que é brasileiro.

A maioria do povo nao se preocupa muito com aparência.

O padrão estético é bem diferente do nosso.

Eles nos reconhecem de longe. Impressionante! Parece que está escrito na nossa testa: Brasileiros.

Acho pelo jeito de se vestir, colorido, com joias e bijouterias, combinaçõezinhas… Enfim.

O serviço de táxi é extremamente tranquilo.
Fizemos ótimos relacionamentos com os taxistas, conversamos muito, pegamos varias informações.
Fazem de tudo pra gente entender o espanhol
Os argentinos têm motivos de sobra de se se tirem ” os caras” da América do sul
Mesmo o país passando por uma terrível crise sócio-economica, a cidade é limpa, organizada, bonita, funcional.
Uma beleza de lugar . Voltaria mil vezes.
Os parques são um encanto!
Muita gente fazendo atividades físicas, passeando com cães, crianças, tomando sol….
OS bosques de palermo são divinos! As praças….
Mas o que arrebatou meu coração foram os anos do Rosedal
É tão lindo que cai qualquer queixo….
Como tenho fobia a gatos e acho extremamente mórbido, não fui ao cemitério da Recoleta, apenas visitei o bairro, com suas mansões e ruas chiques. O Metro quadrado mais caro de BA.
Devido ao IOF e a alta do Dólar, não pagamos nada no Cartao de credito.

Quem fala mal de Buenos Aires muitas vezes pode ter sido vítima de uma não-programação…Por isso que eu sempreeeee digo: toda viagem exige muito planejamento, pesquisa, esforço e dedicaçao
Foram quase 2 meses de leitura, escolha criteriosa de cada região gastronômica e cada lugar a ser desfrutado !!!
Frequentar lugares por pessoas locais e nao turistas faz muita diferença. Estou no roll dos apaixonados por BA!!!!!!

DIA 1 Dia 2 Dia 3 Dia 4 Dia 5
City Tour  – 9h as 12h

13h Museu Bi-Centenário

Almoço:

Restaurante do museu

 

Casa Rosada

Teatro Colon

(Visita Guiada)

 

Tarde: Café tortoni

 

Noite: Restaurante  Sucre

Galerias Pacifico

Calle Florida

Lojas do centro

 

Almoço: San Juanino

 

Museu Evita Peron

Café ao lado do museu

 

Tarde: Ruas de Palermo Soho – Barzinho, lojas, etc

 

Noite: Restaurante Chila

Museu Malba

Jardim Japones

Almoço: Shopping

 

Tarde: Shopping Abasto

 

 

Noite: Show de Tango

 

Caminito

La Bombonera

Museu Boca Juniors

Almoço: El Obrero

 

Recoleta

(Bairro e cemitério)

Hard rock café

Livraria El Ateneo

 

Tarde: Hotel Alvear 17h

L’Orangerie AfternoonTea

 

Noite: Restaurante la Cabrera

 

Feira de San Telmo

(Acontece só aos domingos!)

 

Almoço:

La brigada

 

Tarde: Porto Madero

 

Noite: Restaurante Hotel Faena

 

 

Os lugares abaixo não deu tempo de visitar, mas já estão arquivados para a próxima viagem.

COLONIA DEL SACRAMENTO

Se você vai ficar pelo menos cinco dias inteiros em Buenos Aires, vale a pena dar uma esticadinha ao outro lado do Prata. A cidade histórica de Colonia del Sacramento é uma gracinha — e é um programa mais fácil fazer estando na Argentina do que no Uruguai. De Buenos Aires você atravessa em uma hora de barco. A cidade é pequena o bastante para ser explorada de 9h às 16h.

Há bons restaurantes no centro histórico.

Não há dia impróprio para visitar: os museus fecham em dias alternados. O

 fim de semana, claro, tem mais movimento do que os dias de semana. É um passeio mais interessante entre meados da primavera e meados do outono: você passa bastante tempo ao ar livre, então no auge do inverno você vai passar muito frio. Compre a passagem com antecedência, pela internet, para conseguir tarifas descontadas.

UM DIA EM TIGRE

A cidade de Tigre, a 30 km do centro de Buenos Aires, fica à beira do Delta do Tigre (entroncamento dos rios Tigre, Luján e Sarmiento).

É uma região onde portenhos ricos mantêm casas de campo e praticam esportes náuticos.

A cidade é um pólo turístico regional.

Vai-se até lá para fazer passeios de barco pelo delta, brincar no parque temático Parque de la Costa e também fazer o circuito cultural e gastronômico do centrinho.

É muito fácil embarcar nos passeios pelo delta: basta ir à estação fluvial e comprar seu bilhete. Há várias saídas ao longo do dia; os passeios duram entre uma hora e meia e duas horas.

UM DIA NO ZÔO DE LUJÁN

A 70 km do centro de Buenos Aires, o zoológico de Luján é uma atração controversa. Depois que li bastante, decidimos não recomendar o passeio, por razões de possíveis maus-tratos e dopping de animais.

BIOPARQUE TEMAIKÈN

A 54 km do centro, o parque ecológico Temaikèn mistura jardim botânico, zoológico e aquário, com fins educativos. O objetivo é envolver as crianças nos esforços de conservação ambiental.

Abre de terça a domingo.

Durante a semana há um ônibus de linha, o 60, que sai da Plaza Italia, em Palermo, e vai para lá.

No fim de semana só dá para chegar ou de remis (carro com motorista) ou com tour organizado.

Feira gaúcha

Uma Buenos Aires pouco conhecida dos turistas se oferece todos os domingos no bairro de Mataderos, a meia hora de táxi, na periferia oeste: ali se realiza uma feira “gaucha”, com danças típicas e comidas saborosas.

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