Educação e Família

Eu tive dois anjinhos👼 👼! Quando os pais se preparam para receber um filho, perde-se junto um formato de família que até então foi sonhado e amado. Interrompe-se uma história.
Um filho amado e perdido não será esquecido e para valorizar esta vivência e experiência reconhecendo a dor e o impacto dela na vida da família é que se estabeleceu nos EUA, primeiramente, o mês de outubro como o da conscientização da perda gestacional e neonatal.
O coração reclama, o corpo reclama e mente reclama. Perguntas buscam respostas. Respostas nem sempre convencem, conformam ou confortam. É preciso transformar o vazio, reposicionar o amor e amar o irremediavelmente perdido, função que requer força e coragem.

O processo de luto dos pais pelos seus filhos são certamente os mais delicados pois invertem a ordem da vida. Transformam o que era para ser futuro em passado. Transforma famílias em casais, irmãos em filhos únicos ou confundem a ordem de quem veio quando. A família passa por um processo de ressignificação da emoção que não pode ser deixada de lado ou esquecida.Ressignificar é dar um novo sentido. Um novo sentido para um sentimento que não cessa. As palavras gastam a dor e transforma vazios em possibilidades, saudade em presença sensível e memória em amor contínuo.

Fontes:
Perda Gestacional: um luto não reconhecido; uma dor invisível

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