No final da reportagem do Fantástico de 05/08, houve uma enquete pra saber se os pais brasileiros apoiam ou não a decisão de proibir celulares na escola. O resultado foi de 80% sim, e 20% não. Um clamor da sociedade brasileira, frente ao altíssimo nível de dependência tecnológica e superexposição de jovens e adolescentes na rede.

Penso, que ao invés do Brasil ficar palpitando no sistema educacional francês, deveria preocupar-se com os problemas muito maiores que existem internamente. Afinal, o país ostenta alguns dos piores índices de educação do mundo — ficou em 57º lugar entre 65 nações analisadas.

 11,8 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população de 15 anos ou mais
 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos fora da escola.
 Alto índice de “jovens nem-nem” , ou seja, aqueles que não trabalham nem estudam.
 MEC detectou o grande problema de muitos alunos em idade escolar errada, principalmente após o ensino fundamental.
 Redução no número de pré-escolas (de 106.204, em 2016, para 105.200, em 2017) e de escolas de educação infantil (de 117.191 para 116.472).
 Creches com precariedade em relação à estrutura: apenas 61,1% têm banheiro adequado à educação infantil e apenas 33,9%, berçário.
 Unidades escolares com rede de esgoto: menos da metade (41,6%). Outros 52,3% dispõem apenas de fossa, enquanto 6,1% das escolas não têm sistema de esgoto sanitário.

🇧🇷 Ao invés do Brasil ficar palpitando no sistema educacional francês, deveria preocupar-se com os problemas muito maiores que existem internamente!

 11,8 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população de 15 anos ou mais
 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos fora da escola.
 Alto índice de “jovens nem-nem” , ou seja, aqueles que não trabalham nem estudam.
 MEC detectou o grande problema de muitos alunos em idade escolar errada, principalmente após o ensino fundamental.
 Redução no número de pré-escolas (de 106.204, em 2016, para 105.200, em 2017) e de escolas de educação infantil (de 117.191 para 116.472).
 Creches com precariedade em relação à estrutura: apenas 61,1% têm banheiro adequado à educação infantil e apenas 33,9%, berçário.
 Unidades escolares com rede de esgoto: menos da metade (41,6%). Outros 52,3% dispõem apenas de fossa, enquanto 6,1% das escolas não têm sistema de esgoto sanitário.